Pequenas opiniões sobre quase tudo que servirão para quase nada
Terça-feira, 7 de Novembro de 2017
sete novembro

Não podemos esquecer que a vida é uma doença.

 

Andamos embrulhados em trapos                      por causa do frio

A comemorar Outubro

Os mortos que de guerra em guerra

Nunca são os mesmos                                        nunca são os mesmos

 

Todos os terrores são afrodisíacos

E a violência justificada pela crueza da força

(ausência de razão, apenas imposição)

A amputação tornada revolução

Todas as ideologias se maravilham no holocausto

E se admiram na ignominiosa ordem

A que querem obrigar.                                                        as não ideologias

                                                                                               são matreiras

O amor é a armadilha perfeita

Para numa bandeira de promessas

Dizimar! Dizimar, sempre!                                                 A foice, a catana, a pedra

(Ideias, pessoas, tribos, raças, pobres

 E coitados que é tudo de maldade)

Sangue, vicio, sempre mais é o Poder!                           O Poder de ordenar a morte!

 

Todos os seres que se reclamam da humanidade

São pérfidos e algozes. Carrascos e predadores.

 

Sinto que a tristeza não é um bem comum

Antes infecção, tumor, relógio avariado

Os assassinos rejubilam e atacam em bando

                                                                                                 As alfaias do Poder são

Se os padres e sacerdotes da inquisição                          Destruição

Foram para o céu?

Sou eu que estou errado!

Se Estaline ou Mao estão felizes

Sou eu que não percebi nada

                                                                                                  A morte desocupa.

Africa ou o continente do absoluto desprezo

Pala vida: morte executada! Funeral!

                                                                                                  Todas as missas

E na enfermidade da vida resgatada á fome                      São um fim.

Existe a solidão dos que sentem e – por sofrer –

Não conseguem ser felizes.

 

A vida é uma doença que precisa de ser curada.



carlos arinto maremoto às 15:03
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