Pequenas opiniões sobre quase tudo que servirão para quase nada
Segunda-feira, 16 de Abril de 2018
bom dia

espreitar.jpg

 Bom dia.

O tempo está perfeito

Gosto de espreitar

Ver sem ser visto

Ficar aqui a esperar

Como um Deus

Sem ter nada para

Fazer ou dizer

Apenas espreitar

Bom dia.

 



carlos arinto maremoto às 19:58
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Sábado, 14 de Abril de 2018
alentejo

Percorro campos de um verde absoluto.

Avisto outros: amarelos, roxos, vermelhos

Casas caiadas e brancos infinitos.

Entre o sol e as nuvens o restolhar

De pássaros alvoraçados (talvez

Incomodados) com a minha presença.

Cegonhas, Grous, pombos, bandos de

gaivotas (que o alentejo também é mar)

e águias, corujas, andorinhas

Em volteios ao redor da luz

Semeando nos céus gafittis, ninhos,

Àrvores, chaminés e vinhas...

Somos todos vizinhos.

 

Percorro os rostos, as mãos e os olhos

De quem trabalha, de quem trabalhou

E as histórias de vidas encontradas

Em portadas, em corrimão de pedras

A separar aloendros, em janelas e

Assentos de umbreiras em descanso

Em casas baixas de telhados vivos

vermelhos, encarnados fulgurantes

Como papoilas, colza ou cheiros

Onde tudo existe em cores que mudam

E onde me sinto verdadeiro.

 

Estou no alentejo!

 

 

 

 

 

 



carlos arinto maremoto às 09:43
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Quinta-feira, 12 de Abril de 2018
A paixão segundo o autor

Existem paixões tão absolutas

Como o desejo em manter uma horta

Dentro dos limites de uma cidade.

 

São paixões que os ancestrais deixaram

Num cromossoma enterrado em mim.

 

A fadiga não me cansa. Beijos e terra

Chuva e luar são flores para amar.

 

Existem paixões que me encantam

Que não sabendo dançar - danço!

Que não sabendo cantar - canto!

Que não sabendo rezar - rezo!

 

Sou cristalino na alegria serena

Do peregrino em transumancia.

 

Sou o pássaro, a razão, a lágrima

O suspiro e o vento que transporto

Em faúlha, porque nada é inteiro.

 

E na emoção do momento me dissipo

Em mil pedaços, levando para o sol

(na paixão dos dias felizes)

O etéreo, o sonho e os teus abraços.



carlos arinto maremoto às 20:12
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Terça-feira, 10 de Abril de 2018
alterações climaticas

Uns dias chove

Outros não!

 

Uns dias tenho frio

E tenho medo de adoecer

Mas logo o sol vem

Dizer ao meu corpo

Que está tudo bem.

 

Uns dias de calor

De repente granizo

Transpiro, falta o ar

Tenho medo de acordar

 

Quero morrer

Antes de me erguer

Mas tenho de ir

Trabalhar.



carlos arinto maremoto às 19:42
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Sábado, 7 de Abril de 2018
biografia

A minha biografia

Não acrescenta nada ao rumo

Do universo. Este, corre indiferente

A tudo o que sou, ignorando-me.

A minha biografia

São apenas palavras que escrevo

E possam sobreviver sem mim

Em ventos e fragmentos,

Nas areias do tempo

E na lembrança de alguns.

A minha biografia

Será o que disserem de mim.



carlos arinto maremoto às 09:35
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Sexta-feira, 6 de Abril de 2018
saudade

O dia foi de saudade

Encontrei amor, 

No fio de uma conversa

Num acaso.

Encontrei ternuras

E ilusões

Desgostos, loucuras

Encontrei

Perdendo-me

Aqui regresso

Buscando-me.

 

 

Tenho muito para contar

Mas calo-me.

Navego na saudade

Que é só minha.

 



carlos arinto maremoto às 16:13
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Domingo, 1 de Abril de 2018
domingo

Celebremos o dia.

Nada de euforia, apenas um olhar.

Celebremos o dia

Como o são todos os dias.

Uma vontade, um respirar.

 

O dia é uma preguiça

Um rochedo

Que temos de escalar

O dia tem sentido

Se o pudermos amar.

 

Celebremos a diferença

E a ilusão de plantar

Um arbusto, uma arvore

No jardim dos pensamentos

No oceano calmo dos

Momentos

 

Sejamos iguais,

Diferentes

Ou os mesmos

Na parecença

Dos dias.

 

Celebremos sem indiferença.

 

 

 

 



carlos arinto maremoto às 10:52
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Segunda-feira, 26 de Março de 2018
Um rio sem barcos

Hoje não há barcos a cruzar o Tejo

As ondas chocalham e o vento pragueja

As pessoas ficam no cais sem saber o que fazer

Hoje não há barcos a cruzar o Tejo

O rio não se deixa rasgar e navegar

E quem é de lá, lá fica. Quem é de cá, não vai.

E também o contrário se invertermos o mapa.

Nada de nomes gregos, Neptuno e coisa e tal.

É mesmo a circunstancia que faz ser assim

A lua dirá o poeta. Qualquer fenómeno,

Contará o metereologista. A natureza dirá Deus.

 

Hoje não há barcos a cruzar o Tejo.

Hoje não há barcos a cruzar o Tejo.

 

Hoje o Tejo é um rio sem barcos.



carlos arinto maremoto às 17:20
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Domingo, 25 de Março de 2018
advento

Reuniu-se o grupo

se-cre-ta-mente.

Falou, debateu

Discutiu e votou.

No final, cada um

Fez o sinal combinado

Baixou os olhos

E perdeu-se na luz.

Ficaram as pedras

O altar, os galhos

Onde se sentaram, 

E ao longe

O fuso da lua

Em espiral sugada

Ganhou flâmula

Cabala, significado,

Destino.

Se-cre-ta-mente

Os dias foram 

E cada um foi

No que a vida

Determina, pela

Posição de todas

As estrelas,

E o que nelas

É possivel ler,

compreender

E aceitar

 

O futuro

Será passado.

Mas agora,

É hoje!



carlos arinto maremoto às 10:55
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Quinta-feira, 22 de Março de 2018
trintanario

Sinto o cheiro das ondas. (sim, cheiram a altas montanhas,

A barcos afundados, a terríveis dores) e solto o berro da gaivota

- Breee!!! Breee!!! Bree!!! Bree!!! Bree!!! Bree!!! Bree!!!

O vento afia as garras na espumas dos novelos de água

Que chegam á costa, sem surfistas - lá dentro!

As nuvens vêm ver o que é e ficam baloiçando entre uma valsa

(frágil, ligeira, uma quase ampola de fragância e divergência)

E as pedras. São conchas, areias e medo. São aranhas do mar.

 

O hotel tem cinco estrela. É caro. O serviço esmerado.

O areal foi substituido por cortinas de velcro, que fazem passadeira

Entre o luxo comprado e o inferno da natureza zangada.

 

O borbulhante aquário da vida é uma falsidade encenada.

 



carlos arinto maremoto às 19:27
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Manhãs de viriato

 

1.

Os Corpos rolam pelas pedras, em todas as ruas de Lisboa

Que pedras já não tem. Pedras antigas, descalças.

 

Num vão de escada, numa alçada, num ninho de águia peneireira

As pedras de Lisboa são sóis, fogueiras... ágapes de culto

 

Corpos que trazem chuva e orvalho à terra, e nela espigam

Florescendo e enchendo os campos de papoilas, rosas, cheiros,

Amando tudo o que respira no silêncio de um olhar, num sorriso

Na flauta de um amanhecer cantado, em água fresca e movimento.

 

Missa, procissão, entorna de queijo em dia de largada de borboletas

 

Pássaros e nuvens em torvelinho. Lenha queimada. Alvorada!

Quero-te comigo, mulher, deusa, relâmpago. Vigília de sal:

Um raio de sol que se torna chama, fruto, verdade e paraíso.

Um risco, no cetim dos orvalhos, um traço na ligeira brisa, faúlha

 

No amarelo dos plantios, cheios de rouxinóis e sapos e gargalhadas

No negrume verde dos azuis, em todos os canaviais, que são alma e fado

Chicote, vergasta , açoito. Morno delírio da sedução. Beijo!

 

Estendemos a mão à foice das palavras para dizer: serenidade!

No ocaso da génese e da gestação. Sempre madrugada e início.



carlos arinto maremoto às 18:58
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Terça-feira, 20 de Março de 2018
primavera

Hoje o dia foi de sol

com alguns aguaceiros

- que banalidade!

Sim, as coisas banais

fazem parte da nossa vida.

O épico, o mito

e a coragem

Ficaram no passado 

Que foi vida

E gloriosa vontade

de a todos ser:

A republica, a guerra

a revolução, a lágrima

Que foi dor e alegria

São tudo agora

banalidades, coisas

sem importãncia

Que morreram antes

Das cinzas de nós.

Hoje foi um dia de sol

Com algumas abertas

Com aguaceiros.

 

Começou, 

A primavera!



carlos arinto maremoto às 20:42
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Domingo, 18 de Março de 2018
poema triste da mãe

Foi preciso a mãe adoecer

Para perceber 

Que não havia vagas nos hospitais.

Foi preciso morrer

Para perceber

A indiferença e a solidão

Da vida, da escola, do casamento

Do emprego, da idade...

Foi preciso matar o sonho

Para entender que além fica o só

Onde nem medicina, nem ciencia

Religião ou boas-intenções

Contam! Ajudam! Existem!

Foi preciso a mãe morrer

Para perceber a orfandade!

 

A Mãe morreu, hoje!

 



carlos arinto maremoto às 10:23
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Sexta-feira, 16 de Março de 2018
Titulo de propriedade

Quero uma ideia 

Que seja mais do que um pensamento

Quero uma ideia que seja

Esforço, consequência, já antes desejo

Quero uma ideia que seja capaz

De se alimentar sozinha e viver comigo

Em qualquer esquina do céu ou da rua

Onde possa morar eternamente.

 

Uma ideia com sentido

Razão, paixão, beleza

Uma ideia de algodão

Onde caiba o meu coração

 

Pode não ter sentido e ser apenas uma ideia

Mas é minha!

(Que importãncia tem?, dirás! Nenhuma! Respondo)

É que o sentido que a vida tem é equivalente

A um delirio, a uma mentira, a um embuste matreiro

- como são todas as promessas e boas intenções - 

Por isso tanto me faz. Quero uma ideia que não morra

Que me abrace e me embarace, sempre, onde estiver

Num atrevimento de viajante numa paixão num amor.



carlos arinto maremoto às 13:05
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Quinta-feira, 15 de Março de 2018
No tempo em que Hawking morreu.

Tudo vai de empurrão, que nada permanece no mesmo sitio por muito tempo.

As águas correm levando pedras, terras, àrvores, vidas.

 

O universo regressa com suavidade

Num raio de luz, numa flor, num bater de asas

Suavemente,

 

Toda a vida se destroi, sem infinitos

E depois, em volteios tudo renasce

Como se nunca tivesse existido.

 

Eu vivo num quarto fechado onde a luz não entra. Nesse quarto durmo.

Como não pressinto a madrugada, a noite prolonga-se, e os mortos

Estão comigo, porque eles nunca vêm a luz do novo dia que começa.

(Os meus mortos são só meus, existem porque eu existo)

 

Celebrar a vida ou celebrar a morte é a mesma coisa!

 

E amanhã, sem águas em furia,

Depois de todos os renasceres anunciados

A terra secará e mais pessoas se extinguirão

E tudo voltará a ser como dantes.

 

Eu quero a vela e a caravela que voa no espaço

Em quilhas desfraldadas vou sem rumo

Porque de tudo o que me lembro, guardo o esquecimento

 

Alguém será um tempo... para nós!?! 



carlos arinto maremoto às 09:41
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Sábado, 10 de Março de 2018
erotismo

Hoje a aula, foi sobre erotismo.

Confesso que não percebi nada.

Dizem-me que erotico é estar nu

Falar dos corpos e dos sentidos

Qualquer coisa que se aproxima...

Um adivinhar que encanta.

 

Será que queriam dizer sexo?

Não! Não! o erotismo não é sexual

É apenas um afloramento 

Uma restrição que pode ser ...

Proibição condenatória

Algo interdito e escondido.

Imoral (importa-se de repetir?)

Como uma laranja aberta ao sol

Num dia de verão.

Que se come com a boca e a mão.

Pergunto!?

Na minha ingénua ignorância.

 

Senti que havia receio

Como se uma vela explodisse

(coisa que as velas nunca fazem)

E nessa coisa impossivel

Arrastasse para longe

O eterno, o sublime, o magnifico,

Consumindo sorrisos, águas, 

Cores e luzes de todo o Universo! 

 

Há uma gigantesca fenda

Algures entre galáxias

Onde a atração é voraz e tudo

Consome, porque é da sua

Natureza ser energia.

 

O erotismo é sedução

 

Na cidade fotografada

A aula versava o erotismo

Confesso que não percebi nada.

Não sou fotografo.

 



carlos arinto maremoto às 18:34
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Sábado, 3 de Março de 2018
meu desejo de mim

E depois de mim os que existirem

E porque de mim vieram e me conhecem

Farão a terra ser casamento, casa e vida

Recordando com o amor de sempre

Os que antes de nós foram e aqui viveram.

 

Protecção eterna - prometo!

Aos que regressam e nunca  esquecem

Aos que povoam os meus sonhos

Aos que comigo se deitam e comigo,

Depois da noite, se erguem para o trabalho

Na luz da aurora até á luz do poente.

 

Embalo a esperança e a ilusão

De que aos filhos dou futuro e saudade

Vida melhor, liberdade!

 

Sou herdeiro de longuinquos passados

E numa mão aberta, num bater de asas,

Faço voar o pássaro que me tras o novo

E o igual desejo antigo. Tudo renasce!

 

 



carlos arinto maremoto às 11:56
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Quarta-feira, 28 de Fevereiro de 2018
O guarda que chuva

Chove.

Um diluvio de frio, vento e neve

Faz o inverno ser verdadeiro

Aqui, no meu país, em Janeiro

                                 em Fevereiro.

A chuva diz-nos que a vida 

É preocupação de infiltração

(Nas cidades.)

Benção, carinho, tesouro

Nos rurais montes, nos campos

Onde ninguém se queixa

Quando chove.

 

Chove.

Porque se não houver água

Tudo morre

E a água não se fabrica.

Veja-se a imbecilidade

De querer viver sem água

Sem torneiras

Com um chapéu que guarda

O que ninguém aprisiona.

 

Sigo á procura de nevoeiros

De chãos, de verdes, de bichos

Poças, charcos, fontes,

Ribeiras, rios e depois os mares

 

E bebo a chuva de que sou feito.

 

 

 



carlos arinto maremoto às 18:09
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Terça-feira, 20 de Fevereiro de 2018
O teto da cidade

Todos os dia, àquela hora,

O céu ficava escuro

E a réstea que sobrava no firmamento

Poderia ser já um despontar mágico

Para alguém nas antipodas.

 

Tudo arrefece. É das ciencias da natureza,

E as cidades iluminam-se

Na nocturna claridade florescente

Do dia que nunca morre e da luz que renasce

Em engenhos, de saberes experimentados

Por gerações de vidas incandescentes

 

O céu ganha riscos, névoas e cumus

Mas passados momentos tudo é breu

Já não distingo o que está para lá

Do boqueirão humido e fechado do tecto.

 

Todos os dias, aquela hora

Na mesma época do ano

O céu ficava escuro

Porque escura é a sua natureza

 

- Não tenhas medo do escuro, do negro e do preto

Olha o comboio, o carro electrico, o senhor distraido

Que regressa a casa, aquela mulher, além, que fuma

(todos os fumos são aqui consentidos) 

- Não tenhas medo do negro, do preto e do escuro

 

O céu é parte de nós!

 

Repara como diferentes partes do céu

Nos descansam, nos extasiam, nos guardam.

Do céu vem a trovoada e a calma madrugada.

Fechado o ciclo da vida universal, regressamos

Ao leitoso e inseguro poalho da manhã

Nos telhados e nas chaminés das casas

Onde aprendemos - civilizadamente - a viver.



carlos arinto maremoto às 10:19
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Sábado, 17 de Fevereiro de 2018
Aspersão

Hoje, tudo é fumo e virtual.

Não há convites por debaixo da porta

Nem na caixa do correio

Ninguém me chama á janela.

O que se podia saborear,

Mexer, provar, consolar,

Acabou!

Tudo é sonho, essência e nada.

Embora insistamos em pensar

Que existe algures

O sempre, o ontem e o antigo

E tudo pode ser invocado.

O mundo tornou-se etéreo

Numa efusão de enganos. 

O que me resta além das memórias

Do pensamento e das recordações?

O presente é paisagem, montanhas,

Rios, pedras com musgo, pássaros

E nesta ilusão de que estamos vivos

Nos dissolvemos em nevoeiros

E em insanidades sem direção.

Todos os livros são turismo

Todo o turista é um curioso de nadas

E nessa pressa, nesse frenesim,

Restam silêncios e fragâncias

Que só os velhos sentem e saboreiam.

Afinal as religiões tinham razão.

O céu (e o condomínio onde Deus reside)

São virtuais. Tudo se faz e desfaz

No cair da chuva,

                         no beiral de uma nuvem.

 

Eu sou, o perpétuo movimento. 

(e disso me orgulho)

 



carlos arinto maremoto às 10:06
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