Não tem nada de novo, para dar.
É sempre o eterno amor
A cavalgar, a batalhar,
Por vezes, a atrapalhar.
Passemos às acções seguintes
Ao tiroteio, à violência caseira,
À falta de dinheiro.
O amor que se transfega
Será sempre amor
Até porque o ideal é vender
Comprar e consumir
Como se não houvesse depois
E agora, o mundo fosse acabar
Outra vez!
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