Pequenas opiniões sobre quase tudo que servirão para quase nada
Quinta-feira, 7 de Junho de 2007
curiosidade

Já repararam nos tempos de reacção aos acontecimentos?

O que se espera de um jornal *on-line*? Que ele seja em tempo real? Ou não?

 

João Soares esteve ontem, pelas 22Hoo na sic noticias...pois os jornais *on-line* só hoje fazem referência às suas declarações. ( O sol, e sapo)

 

São *on line*, mas pouco....com a agravante de o Sol *on-line* dizer *à 60 minutos atraz...como? há sessenta minutos atraz foi quando o escriva de serviço (saido de um qualquer arraial escreveu a noticia) é que não vale a pena estar on line durante a noite, não acontece nada, pois não? Hoje pela manhã ainda o sapo mantinha as "acusações de Pedro Santana Lopes, que ali ficaram toda a noite", pelas nove horas, foram finalmente substituidas pela entrevista de João Soares.

 

On-line? Onde?

 

Nota- Este blog não é on-line, é quando lhe dá jeito e apetece, mas coloca noticias com mais celeridade do que os jornais que são on-line. E não recebo ordenado para fazer isto.



carlos arinto maremoto às 09:58
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miragens?

Mário Lino afirma que não vai em *miragens*, na opção pelo local de construção de um novo aeroporto.

Depois da ideia peregrina de que a margem sul é um deserto a figura de estilo da miragem é ....???? uma ideia pouco original.

Quanto ao pedido de desculpas que os habitantes da margem sul lhe exigiram, o ministro nem sabe o que isso possa ser, ou querer dizer... se quiserem que ele introduza a palavra *desculpa* nos seus discurso, ele passa a usar a expresão, mas é irrelevante, disse.

Ah! Grande Lino. Engenheiro inscrito na Ordem. E Ministro!



carlos arinto maremoto às 09:28
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tempo nublado

Senhoras e senhores a nova *guerra* politica mexe-se.

Os nossos politicos mexem-se.

Eles estão vivos e andam por aí!

 

-Santana Lopes acusa João Soares de ter feito obra sem concurso, sem licenças, sem obedecer às regras de gestão camarária e com total impunidade.

-João Soares diz que nada disso é verdade e diz que Santana Lopes está a mentir.

- Carmona Rodrigues já tinha dito mais do mesmo.

 

Em toda esta *guerra* as pessoas - eleitores e meros observadores - são tomados por parvos.

 

Santana Lopes diz que o parque de estacionamento subterrãneo da Praça da Figueira foi feito sem concurso. Com adjudicação verbal.

A Camara possui um armazem cheio de azulejos, para decorar os edificios da Praça da Figueira, que não servem para coisa nenhuma.

A Bragaparques apresenta facturas, que a Camara paga, sem que exista um doumento que justifique os trabalhos a que as mesmas se referem. ( obras que ninguem encomendou)

 

As autoridades reguladoras e fiscalizadoras não se pronunciaram sobre a matéria durante seis anos.

Isto é normal?

 

Estamos de certeza no Reino dos tolinhos e no Reino dos parvos que assistem a uma peça de teatro de baixa qualidade, ou de classe XXX.

 

-Santana Lopes, com aquele ar desprendido e alheado a fazer acusações.

-João Soares, com aquele ar de menino inocente, a dizer, não fui eu senhora professora.

 

Um e outro não são candidatos às eleições intercalares a Lisboa.

 

 



carlos arinto maremoto às 06:44
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Quarta-feira, 6 de Junho de 2007
pedofilia

A Sábado publica hoje uma reportagem de como se pode ser pedófilo em Portugal utilizando a NET. Colocou uma jornalista a dialogar num chat, afirmando ter 12/13/14 anos de idade e recebeu propostas de encontro e conversas pornograficas.

Fotografou um dos pedófilos, que foi à sua procura (da jornalista)ao local combinado para um encontro e publicou imagens de fotos que recebeu por msn.

É preocupante.

Confrontados os diversos pedófilos com a situação todos recusaram o rótulo de que seriam pedófilos, ou que mantivessem *procura* de jovens para fins sexuais.

Afinal somos todos *boas pessoas*e muito respeitados pelos vizinhos, não é?

 

Nota- A Sábado *oferece* hoje o livro de Francisco José Viegas "Algumas Distracções" que é um compilar de textos publicados nos blogues Aviz e A Origem das Espécies.

Qual o interesse?

Os textos de um blogue possuem uma lógica e carecteristicas muito particulares, que, na minha opinião, resultam mal em livro. Estão desajustadas.

Aliás, esta tendência de os bloguistas transporem o que escrevam para livro, parece-me ridiculo. Desde O Meu Pi-Pi.



carlos arinto maremoto às 15:46
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essa agora?
"ORDINARIAMENTE todos os ministros são inteligentes, escrevem bem,
discursam com cortesia e pura dicção, vão a faustosas inaugurações e
são excelentes convivas. Porém, são nulos a resolver crises. Não têm a
austeridade, nem a concepção, nem o instinto político, nem a
experiência que faz o ESTADISTA. É assim que há muito tempo em
Portugal são regidos os destinos políticos. Política de acaso,
política de compadrio, política de expediente. País governado ao
acaso, governado por vaidades e por interesses, por especulação e
corrupção, por privilégio e influência de camarilha, será possível
conservar a sua independência?"
                                                (Eça de Queiroz)


carlos arinto maremoto às 03:01
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Terça-feira, 5 de Junho de 2007
saldanha sanches

Saldanha Sanches disse: O Poder local é um ninho de corrupção. A promiscuidade entre Poder Local e Ministério Público tem de acabar.  (esta é a ideia central)

Ficaram todos muito indignados: Poder Local, através de Fernando Ruas, o Ministério Público e o advogado António Barreiros que apresentou queixa contra terceiros desconhecidos.

 

Obrigado Saldanha Sanches. Esperemos que os Poderes instalados se agitem e se encolham (com medo?) embora seja de prever que o Poder judicial se vá agigantar (com medo?) e que nada fique na mesma. Porque como está?! Está mal!

 

Mas Saldanha Sanches também não está só. Atente-se nesta noticia da Lusa:

Lisboa, 05 Jun (Lusa) - O candidato à Ordem dos Advogados António Marinho Pinto concorda com as afirmações do fiscalista Saldanha Sanches sobre a ligação entre autarcas e magistrados do Ministério Público, adiantando que em tribunal os magistrados se portam como funcionários autárquicos.

 



carlos arinto maremoto às 19:07
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arguidos

O Governo vai apresentar uma Lei que prevê - nas suas linhas gerais - que quem for arguido não possa exercer um mandato autarquico.

Isto tem a ver com a ideia que se construiu de que *um arguido é um culpado* de qualquer coisa. É uma ideia (errada) generalizada. Mesmo para o comun dos mortais até à bem pouco tempo existia aquela sombra: se foi chamado à policia ou ao Tribunal, é porque alguma coisa de errado fez!

Hoje quando se ouve, numa qualquer noticia de que o autarca foi constituido arguido, logo vem a sombra -de uma qualquer oposição -dizer:   -estão a ver? Eu não dizia?

Ora, nem todos os arguidos acabam condenados, nem todos os arguidos o são por culpa própria ou intervenção directa, mas quase todos são olhados como tendo feito algo censurável ou reprovável.

 

Quem conhece o funcionamento de uma autarquia sabe que o dificil é muitas vezes não ser arguido, num qualquer processo administrativo ou financeiro. Tal é a teia e o enredo burocratico om que as Camaras se debatem.

Sabe-se também que entre a fase de arguido e o completo esclarecimento da verdade (sentença em Tribunal) vai um tempo excessivo e um prazo anormal, para qualquer funcionamento considerado normal de uma justiça que tenha por objectivo esclarecer e separar a verdade da insinuação e da mentira.

E sabe-se que os processos administrativos de uma qualquer adjudicação camarária e o cumprimentos de regras impostos aos autarcas faz com as Camaras funcionem de forma muito lenta e arrastada, por vezes inexplicavelmente lesivas do interesse comum.

 

Tem de existir uma *outra* maneira de gerir a nossa vida comunitária.

É preciso mais verdade na forma como os nossos autarcas funcionam.

 1- O financiameno dos Partidos e os financiamentos das campanhas eleitorais.

Os autarcas devem esclarecer os eleitores da foma como foram financiados para a sua campanha eleitoral. Quem pagou? Onde foram arranjar o dinheiro?

Com este ponto * às claras* deixa de haver suspeitas.

2- Separação entre o autarca e o clube de futebol lá da terra. Tal como existe separação entre o Presidnte da Camara e o Comandante da GNR, dos Bombeiros ou das Escolas, tem de existir um fosso entre o Presidente (e os vereadores) e os dirigentes do clube de futebol. Uma coisa e outra são incompativeis.

3- A relação com os construtores civis tem de ser bem explicada aos eleitores. Uma coisa é o interesse comum e outra o interesse particular, mesmo que seja para construir uma marquise. Essa relação deve ser explicada e demonstrada em números e... em verdade.

4- Ser autarca deve ser uma função a tempo inteiro e em regime de exclusividade. Não se deveria aceitar que um autarca acumulasse cargos, no Partido, na sociedade ou na sua vida privada particular (um autarca era qualquer coisa antes de ser autarca - arquitecto, engenheiro, advogado, professor, etc -ficando essas relações institucionalizadas sob o regime de regras claras e precisas, que possibilitem ao autarca ao deixar de o ser, regressar à sua actividade sem a suspeita de que *esteve lá a semear e agora é tempo de colheita*

 5- Melhor clarificação do que é um *concurso público* e sua transparência.

Os concursos públicos são na sua generalidade uma fraude.È preciso mudar as suas regras.

 

E claro e uma melhor celeridade da justiça.

 

Ser autarca e ser arguido não é grave.O que é grave é que o clima de suspeição em Portugal, é cada vez mais sobre toda a gente e sobre todos e tudo. Somos todos corruptos à espera da nossa oportunidade. Não é verdade.

 

 



carlos arinto maremoto às 05:47
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Segunda-feira, 4 de Junho de 2007
sabor a pêssego

Parece que este fim de semana houve um Congresso de um Partido, que até tem representação Parlamentar, chamado Bloco de Esquerda. Eu confesso que não dei por nada, a não ser pela descrição bem conseguida e explicada que o blogue 31 da Armada publicou. (vale a pena ler)

As televisões deram uma frugal passagem pela cara de Francisco Louçã, mas era igual aquela figura que costumamos ver todos os dias a opiniar sobre todos os asuntos e todas as coisas, com piada, com sarcasmo e com contundência.

Não sei se o Bloco esteve lá em Bloco ou não, nem o que lá se passou, mas também não é importante, afinal ninguém ameaçou que vai *matar* o outro, nem que vai denúnciar não sei que trapalhice (sim, porque no Bloco de Esquerda, não há disso)

Parece que o Daniel Oliveira foi deixado de fora e agora vai aderir ao PS. Mas são más linguas.



carlos arinto maremoto às 22:12
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o Cabo Costa 3

Quem viu ontem a entrevista do Cabo Costa na reforma ficou, certamente, banzado.

Está inocente, diz ele.

Qual o assassino que não reclama inocência?

É um simplório.

Isso do "serialKiller" é invenção dos jornais.

Ele até manteve relações sexuais com uma das raparigas, mas depois deu-lhe bons concelhos: disse-lhe: - afasta-te dessa vida! Dando a entender que a rapariga era uma protituta e ele, Cabo da GNR na reforma, tem relações sexuais com a mesma, mas dá-lhe bons concelhos.

Estamos a falar de uma pessoa casada e com filhos e esta vertente é espantosa.

Está tudo bem?

Numa localidade em que todos (mais ou menos se conhecem) isto é normal?

 

Depois diz que foi ameaçao para confessar.

Até pode ter sido, então e depois?

Em Tribunal prova isso mesmo, nada de estranho, não é esse facto que acrescenta ou tira alguma coisa ao seu processo.

 

Mas diz também que tinha conhecimento dos assassinatos, mas não disse nada.

Mais uma vez o ingénuo e simples Cabo da GNR, amigo do povo?

Oculta um crime? Dois? Três?

Porque foi ameaçado.

Se em qualquer cidadão isso seria inadmissivel e condenável, num militar na reforma, ainda é mais inadmissivel e inverosimel.

Ele conhece os mecanismos, a força policial por dentro. Tem medo de denunciar o assassino? Mas não não se coibe de falar sobre o assunto ao telefona transferindo para si a proeza.

 

O ingénuo Cabo Costa que nunca empresta/ou o seu carro, logo naquele dia havia de o emprestar ao assassino (foram encontrados vestigios de sangue de uma das vitimas no seu acrro) e por coincidência os sacos em que as vitima estavam embrulhados são iguais ao que usava.  Azar! Muito azar.

 

Também sobre as suas declarações e conversas telefónicas, não se lembra. *Estava apalermado*! Muito conveniente. Para um militar que toda a vida esteve ao serviço de uma força policial fica apalarmado com pouco. Pois é! É diferente estar do ´lado de lá ou do lado de cá de uma sala de interrogatório da GNR.

Como diria o Vasco Santana, palermas há muitos, mas o Cabo Costa é palerma até dizer chega, embora ele continue a quer fazer.nos de palermas.

 

O rústico Cabo Costa gostava que as meninas lhe dessem beijihos, mas se o fossem denunciar à GNR - note-se que a GNR era a sua ex-entidade empregadora e de onde lhe vinha o prestigio - o caldo entornava e mudava de figura. Denunciar um figura tão *boazinha* tão amiga de ajudar os outros, tão envolvida no esforço da comunidade? Nem pensar. Isso seria traição! Ele que toda a vida se entregou ao bem estar comum merecia muito mais do que um beijinho e a sua reação seria a de um qualquer GNR usando os poderes que lhe são conferidos para repor a tranquilidade no sitio.

O Cabo Costa era e é um impoluto. Uma autoridade que não se extingue com a passagem à reforma.

Nas pequenas comunidades as pessoas gostam deste tipo de pessoas. Da terra, com autoridade e experiencia, com dignidade saloia e com habilidade para tudo, até para ajudar.

 

E foi a ajudar que se tramou.

Este tipo de assassinos gosta de se exibir. De ajudar. De estar ao pé do local onde as coisas se passam.

Note-se que a primeira vitima continuava a telefonar de França - para onde tinha fugido, diziam os Pais - mesmo depois de estar morta.

Era um bocado estouvada.

Claro. O certinho e amigo e pilar da lei e da fé, era o Cabo Costa.

 

Este caso é psicologicamente muito interessante e deve ser tomado em atenção para que no futuro as pessoas modifiquem a sua relação com os "senhores da terra". Todos eles, bem como os outros são muito boas pessoas, até ao dia em que deixam de o ser.

 

 



carlos arinto maremoto às 09:48
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o cabo Costa 2

Começa hoje o julgamento do Cabo da GNR Costa, de Santa Comba Dão, que ali prestou serviço e onde viveu quase toda a vida.

Uma nota prévia:

Os média referem-se sempre a este *senhor* como ex-GNR.

Sabemos que está reformado, ou aposentado...isto é já não está ao serviço daquela força policial, mas isso não faz dele nem ex-Cabo, nem ex-GNR.

É um Cabo da GNR em situação de reforma.

A aplicação do ex parece-me uma atitude desculpabilizante para a GNR. Mas quem disse que esta tinha alguma coisa a ver com o assunto?

Ser militar da GNR é como ter sido profissional de uma outra àrea qualquer.Ex-gestor, ex-soldador, ex-empresário, ex-agricultor, ex-empregado bancário. Então e depois?

O depois é que um soldado da GNR em qualquer parte do território português continua a ser visto como uma *autoridade* por força da autoridade que já teve. Conhece os companheiros, o comandante do Posto, tem boas relações com os militares no activo ( como, igualmente, em qualquer das outras profissões mencionadas com os ex-colegas de trabalho) não deixou de ser Cabo. É a sua patente, só que se pode - e deve -  acrescentar,na reforma.

Sendo uma pessoa *simpática e prestável* como dizem os habitantes de Santa Comba - e então quem o não é até ao dia em que....????) mais se acentua essa pequena diferença. O Cabo Costa foi um militar que durante anos deteve algum poder na localidade e para o qual as pessoas olham com alguma inferioridade.

Estranho que nunca se tenha divulgado dados profissionais sobre o Cabo Costa.

Foi louvado pelo Comando, por diversas vezes.

Que fez para merecer esses louvores?

Era meramente administrativo ou exercia também funções de policiamento?

Fazia favores às pessoas da terra ou era visto como severo e exigente? Distinguia conterrãneos de forasteiros ou era isento?

O Cabo Costa depois de reformado, era uma pessoa activa na localidade: foi autarca e da Casa do benfica e sabemos como estas coisas contam no grau de estima e consideração das populações ou causam inveja e maldicência. Qual é o caso do Cabo Costa?

Parece que existe uma indiferença generalizada sobre estes aspectos.

 



carlos arinto maremoto às 09:34
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Domingo, 3 de Junho de 2007
cabo costa

Não sei se vivemos *tempos dificeis, conturbanos ou estranhos*, não sei, nem isso é importante. Vivemos os tempos de hoje e isso chega-me.

Mas o caso do Cabo Costa da GNR de Santa Comba Dão - cujo julgamento começa amanhã - é perturbador.

Pode-se viver toda uma vida numa pequena comunidade (onde todos mais ou menos se conhecem) e ser membro da autoridade local e autarca e dirigente de casa desportiva (neste caso o Benfica) e depois matar três jovens - que eventuelmente se viu nascer e crescer - só porque...*gastava de lhes dar um beijo* e não deu?

Pose-se ainda, depois, ser *amigo* dos pais das vitimas e até *ajudá-los* a procurar as vitimas?

 

Pelos visto pode!

É demaiado macabro para percebermos, mas existe.

 

Já em Poiares (zona de Coimbra) outra pequena localidade os alunos da escola *divertem-se a atirarem os colegas contra uma àrvore ou um poste aguçado de uma qualquer palissada ou cerca, de pernas abertas, para que *esmagem os testiculos*

Onde é que está a diversão?

Dois jovens tiveram de ser operados aos orgãos genitais, por causa desta *brincadeira*.

mandar fazer *um rigoroso inquérito* não chega, é preciso punir com exemplaridade e fotografia nos jornais esta barbárie, esta demência.

Não sei se a lobotomia seria uma fraca pena para os agressores, pou se a castração os fizesse ficar a funcionar melhor do que hoje funcionam, mas sei que ...isto assim não pode ser!



carlos arinto maremoto às 08:31
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Sábado, 2 de Junho de 2007
sabiam?

Que a estação de televisão que o Governo de Chavez encerrou está a emitir através da internet?

No You tube podem ver alguns videos com noticiários.

Experimente aqui: http://www.youtube.com/watch?v=SSkERBJzdCM&mode=related&search=



carlos arinto maremoto às 19:55
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v-m. disse

Vital Moreira disse:

"A CGTP faz mal em anunciar grandes números de adesão à greve em actividades que mal foram perturbados por ela (por exemplo, os transportes ferroviários). Pois de duas, uma: ou os números são imaginários, ou a greve provou que essas actividade funcionam perfeitamente com muito menos trabalhadores...


carlos arinto maremoto às 19:48
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apoio a Costa
costa do castelo


carlos arinto maremoto às 11:23
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Sexta-feira, 1 de Junho de 2007
conclusão

Se a *greve geral* não se notou e tudo funcionou normalmente na administração pública é porque existem funcionários a mais. Os que fizeram greve não aqueceram nem arrefeceram. E não foi que muitos que queriam fazer greve a não fizeram porque lhes seria descontado o dia. Então querem borlas e almoços grátis?

 

Já a discussão no Parlamento, se saldou por mais uma derrota de Marques Mendes. Discussão tão parva e sem sentido, só podia conduzir a isso. Sócrates defendeu-se bem uma única tónica. - O senhor já esteve no Governo, e essa Lei de que fala é do seu tempo, porque é que não a modificou?

O argumento é mau, mas nem isso Marques Mendes conegue rebater...um mau argumento. Porque nete espectáculo mediático não interessad o que se disute, nem a forma, interessa o resultado da *ideia* com que as pessoas ficam.

 

E por falar em desertos e em Camelos... é engraçado de ver António Costa a defender a única grande medida que diminui a Capital e os lisboetas: a ida do aeroporto para outro lugar ficando a zona *como pulmão da idade". Até João Soares já veio dizer que o aeroporto actual mais o espaço ocupado pelo aeroporto militar de Figo Maduro devem permanecer em Lisboa.

 

Sendo uma semana para esquecer. O governo ganhou e a oposição perdeu. Os sindicatos da CGTP estatelaram-se ao comprido e o tempo voltou a não anunciar a chegada do verão.



carlos arinto maremoto às 15:38
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MAREMOTO
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