Pequenas opiniões sobre quase tudo que servirão para quase nada
Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2006
notários
Vai por aí uma contestação (brava) às medidas anunciadas pelo Governo em extinguir medidas obsoletas, administrativas e burocráticas na constituição e alterações às empresas.
Estas medidas serviam para dificultar a vida das empresas, para atrasar qualquer acto administrativo, por mais pequeno que ele fosse e para agravar custos.
Beneficios reais, são desconhecidos, porque depois das escrituras é preciso fazer os registos, sendo estes últimos que contam.
Em beneficio ficavam os notários e os cartórios, não só o Estado, que arrecadava a receita, mas também os funcionários que recebiam uma percentagem. (E já agora muito dinheiro, por debaixo da mesa, para "queimar" prazos, para acelerar "fotocópias autenticadas" para passar à frente dos outros....etc)
Agora o Estado decidiu extinguir a maior parte dos actos notariais, na vida das empresas.
O problema é que, entretanto, os cartórios foram privatizados. Logo, os notários, adivinham que os lucros previsiveis, vão deixar de ser o que esperavam.
O que está em causa nesta contestação dos cartórios não é a economia nacional ou a desburocratização da maquina administrativa do Estado, mas tão só os seus lucros.
Como empresas privadas, os cartórios têm de ser competitivos e não podem viver sob o chapéu de qualquer protecionismo do Estado.
Prestem um bom serviço e terão clientes.


carlos arinto maremoto às 21:31
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