A incapacidade de compreender a realidade, ou a subtileza de uma mente iluminada: os argumentos que serviam para a não demissão, são os mesmos que servem para a demissão...do Conselho de Estado.
É claro que Dias Loureiro não cometeu nenhuma fraude, nenhum crime... embora ser mau gestor e mau vendedor - para além de ganhar bem e dar largo prejuizo à empresa - fossem razões suficientes para que Dias Loureiro tivesse um pouco de vergonha, que obviamente não tem.
Parece que é uma sina dos loureiros, lembram-se daquele que foi presidente de um clube que era da primeira divisão e agora está na segunda, depois de ter voltado a cair de liga, sem honra nem glória? Esse mesmo o Boavista.
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