Isto não é uma noticia, nem sequer uma novidade, mas é facto que amanheceu a chover em Lisboa.
Não é grave. Nem sequer é preciso andar de guarda-chuva. Afinal a dita cuja limita-se a molhar os tolos.
Não estava prevista pelos metereologistas, mas quem precisa deles quando os ventos e a chuva se impõem?
Felizmente que este "aguaceiro" é apenas para limpar os céus.
Na Madeira, a coisa fia mais fino, mas lá os bilros são outros.
Num livro sobre o cometa Halley leio que as chamadas "alterações climatéricas" do principio do século passado foram atribuidas ao cometa. Tal como agora são atribuidas à contaminação do ar, à ausência de reciclagem, ao aquecimento global, ao arrefecimento pontual, à desertificação e à impetuosidade dos elementos, aos gases, ao sal na comida, ao excesso de açucar no sangue, aos golos que não houve, às crises financeiras que se formam - certamente por causa de um qualquer anti-ciclone.
Afinal "havia outra" explicação.
Tudo está normal e em normalidade.
Do tempo - que estamos no tempo dele - à crise às explicações mais absurdas de um e de outro. À História.
Que não se repete, embora, às vezes, haja coincidências. Tal como as bruxas do halloween, que é ciencia e diversão importada dos paises novos, sem floresta negras e profundas, sem gnomos, sete anões, madames Mim, Harry Potter e ainda.... Hugo Chavez e José Sócrates.
No Brasil parece que o problema setá nas mulheres que não votam Dilma. ( é assim que o raio da gorducha, sempre a sorrir se chama?)
E na lider dos "verdes" que não lidera manadas. Diz ela. Que não tem vocação para cenoura. Digo eu.
Obama lhes valha. Amen.
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