Como não falar do fado?
-É o nosso destino!
Engraçado que ninguém mencione quais as outras candidatura? Será segredo? É para não ofuscar?
E depois António José Seguro veio dizer uma alarvidade: "que a distinção dê confiança aos portugueses!"
Confiança em que o PS volte para o Governo?
E o Presidente da Republica também se pronunciou. Não sei o que é que disse, nem deve ser importante.
Tenho muito respeito e orgulho no fado, sim senhor.
As novas cantadeiras, os novos fadistas, os intermédios - Paulo Bragança, um inovador e revolucionário fadista - os antigos com Marceneiro à cabeça, e aqueles choramingas dramáticos de que já ninguém se lembra: Fernando Farinha, um rouquissimo (de que não me recordo o nome, DÁlmeida? será?) o fado falado de João Vilaret.
E depois - só porque alguém tem de ser primeiro - Coimbra, com o fado académico.
E não me venham dizer que o Porto também tem fado. Tem, mas não tem. É outro fado, será um fado que ainda não ganhou identidade.
**Irrita-me estar no Porto a ouvir cantar: cheira bem, cheira a Lisboa.**
Eu sei que isto não é fado é marcha, mas ouvir o fado no Porto são faz muito sentido, só como colagem. E não se entenda que estou a dizer mal do Porto, tem outras coisas que são a sua personalidade bem demarcada e individualizada de Lisboa. Mas não é o caso do fado.
Ficamos todos muito contentes.
Bestial!
Porreiro!
Posso agora ouvir Carminho? Camané? António Zambujo?
Obrigado!
experimentem lá esteOs meus links