Sou vicário de mim.
Sou alcateia
E jardim.
E no tempo que lá vem
Serei o céu estrelado
O luar engomado
E a terra sem fim.
Mar de fantasia
Estrumado, adubado,
Pronto a deixar-se semear
Colher, pescar,
E no início, como sempre,
Regressar, continuar.
Aqui começa o vento
Sou vicário de mim.
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