Há sempre aberrações
São conversas,
Diálogos, troca de impressões.
Acredito que está a acontecer
Agora, que foi assim,
Que a atitude conta
Que o palheiro está cheio
E cheira a bosta,
A urze, a flores mortas
A pêlo de animais.
Dei a minha leitura ao escritor
E ele fez literatura e não livro,
De fantasma a anjo,
E depois tudo ficou xiqueiro
Porque era aí que me sentia bem
Não por temporadas
Mas para sempre!
Onde estão os novos?
Os autores e os outros!
A vida e a pigmentação
As horas e as saudades.
Não deixar morrer os autores
A literatura não são histórias.
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